segunda-feira, 13 de julho de 2015

Maior dinossauro do mundo é descoberto na Argentina

Exemplar gigantesco foi desenterrado na Patagônia e pode ajudar a reconstituir ecossistema de 95 milhões de anos


Maior dinossauro do mundo é descoberto na Argentina Museu Egidio Feruglio/TELAM / AFP
Fósseis preservados de saurópodes são bastante raros, o que engrandece ainda mais a descoberta argentinaFoto: Museu Egidio Feruglio / TELAM / AFP
Paleontólogos argentinos anunciaram a descoberta, na Patagônia, dos fósseis de um dinossauro de 40 metros de comprimento, da cauda à cabeça. O herbívoro do grupo saurópode (leia mais abaixo) toma, assim, o reinado do conterrâneo Argentinossauro, outro pescoçudo de quatro patas, como o bicho mais gigantesco que já rondou a Terra.
Os fósseis foram encontrados por acaso em 2011 por um trabalhador rural na costa atlântica da província de Chubut, 1,3 mil quilômetros ao sul de Buenos Aires.
— É a descoberta mais completa desse tipo de dinossauro no mundo — disse Rubén Cúneo, diretor do museu paleontológico Egidio Feruglio, na Patagônia.
A equipe da instituição, chefiada pelos paleontólogos José Luis Carballido e Diego Pol, estima que há mais de 200 fósseis nessa região.
Segundo Cúneo, foi preciso fazer um buraco muito grande para poder resgatar os restos, que repousam na Patagônia há cerca de 95 milhões de anos. O peso do animal, estimado entre 80 e 100 toneladas, equivale ao de 14 elefantes africanos. Apoiando-se nas patas traseiras, o colosso conseguiria espiar janelas no sétimo andar de um prédio.
— A quantidade de fragmentos encontrados, que correspondem a pelo menos sete exemplares diferentes, faz dessa descoberta a mais completa envolvendo dinossauros gigantes em nível mundial, algo transcendental para a ciência — destaca Carballido, acrescentando que, até agora, tudo o que se sabia sobre os saurópodes procedia de achados "fragmentários".
Restos achados permitem reconstituição completa
Foram identificadas 10 vértebras do torso, 40 da cauda, parte do pescoço e patas, o que deve permitir a reconstituição completa do animal. Os restos permitirão, pela primeira vez, reconstruir a forma dos músculos, calcular a energia necessária para a locomoção dos gigantes e concluir seu padrão alimentar.
Também foram encontrados fragmentos de troncos e folhas, que fornecem informações sobre o ecossistema da época, no final da era mesozoica (leia mais abaixo).
— Não tínhamos evidência sobre os elementos propícios para o gigantismo, mas agora podemos desvendar a história evolutiva — disse Carballido, estimando em cinco anos o período para concluir um "estudo profundo" sobre a anatomia do dinossauro.
O paleontólogo diz que apenas 20% da escavação foi concluída e "há muito por se descobrir".
Ficha técnica Nome: ainda não determinado
Classificação: saurópode (titanossauro)
Alimentação: herbívoro
Região: Patagônia argentina
Comprimento: 40 metros
Altura em pé: 20 metros
Peso estimado: 80 toneladas
Saiba mais
Era MesozoicaCaracterizada pelo aparecimento, domínio e desaparecimento dos dinossauros, entre 251 milhões e 65,5 milhões de anos atrás. Sucede a era paleozoica e precede a cenozoica, e é dividida nos períodos triássico, jurássico e cretácio. No início dessa era, os continentes ainda estavam unidos em um só, a Pangeia. A explicação mais aceita para o fim da era mesozoico é a queda de um meteoro.
SaurópodesDinossauros quadrúpedes gigantescos, com caudas e pescoços muito compridos e cabeças pequenas. Herbívoros, sequer dispunham de mandíbulas e dentes apropriados para mastigar. Acredita-se que o alimento era triturado no estômago por pedras ingeridas junto com os vegetais. O Argentinossauro, que pleiteava com seus 35m a condição de maior animal que já existiu, também era um saurópode.

Galinhas com 'nariz de dinossauro' são criadas em laboratório



o crânio de uma galinha normal, de um embrião do experimento e de um crocodilo, respectivamente (Foto: reprodução)
Já imaginou um pintinho com um focinho de dinossauro? Cientistas criaram embriões de galinhas com nariz similar ao do velociraptor. As galinhas bizarras nos ajudariam a compreender como os dinossauros evoluíram para aves - especificamente na evolução do bico.
A teoria mais aceita é que a era dos dinos terminou há 65 milhões de anos, com o impacto de um asteroide de, pelo menos, 10 km de diâmetro. Mas nem todos os dinossauros foram extintos na ocasião - os remanescentes teriam evoluído para aves.
"De certa forma, ainda estamos na era dos dinossauros. Afinal há 20 mil espécies de aves vivas hoje - e esse número é o dobro das espécies de mamíferos", afirmou o líder das pesquisas, o paleontólogo de Yale Anjan Bhullar.
Para compreender melhor a evolução dino-ave, os cientistas resolveram analisar o bico - a parte mais diferente entre os dois tipos de bichos e também uma das mudanças mais radicais dentro das próprias aves. Afinal, pense nos formatos de bicos de araras, águias, tucanos e canários, por exemplo. Então eles resolveram reverter a evolução em embriões de galinhas, transformando-os em focinhos como os de velociraptor.
Apesar de não terem dentes, os embriões apresentavam um focinho largo, arredondado e com  irregularidades.
Como os cientistas fizeram isso? Eles não alteraram genes das galinhas, mas sim as proteínas produzidas pelo corpo das aves, modificando seu desenvolvimento.

4 GAROTAS QUE TIRARAM SEU SONO


Emily Rose de O Esorcismo di Emily Rose – Jennifer Carpenter
O filme Emily Rose baseado em uma história real de exorcismo foi para os cinemas em 2005. A personagem principal interpretada de uma forma perfeita se chama Jennifer Carpenter. Quem viu o filme sabe que a interpretação dessa garota foi sensacional. Ela ganhou o prêmio pelas cenas mais aterrorizantes do ano e se tornou uma revelação de atriz.
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Esther de A Órfã – Isabelle Fuhrman
Estreou no cinemas em 2009 A órfã, um filme muito bem bolado, outra atriz que deu um show na interpretação Isabelle Fuhrman. No filme ela é uma criança quieta e adora pinturas.Mas na verdade ela é possuída por um espírito do mal.
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 Kayako Saeki de O Grito – Takako Fuji
Esse aqui é bem cabuloso. Se trata de Kayako um fantasma que volta para se vingar das coisas que aconteceram no passado. Interpretado por Takako Fuji. DE ARREPIAR!
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2# Samara Morgan de O Chamado – Daveigh Chase
Esse aqui marcou a vida de muita gente. O filme estreou em 2002. Cercado de mistérios e cenas aterrorizantes. Uma que marcou muito foi os telefonas. Quem aí se lembra? “SETE DIAS.”  Daveigh Chase a menina linda da foto ganhou um prêmio de melhor vilão no MTV.
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Se você não viu esses filmes trate de ver, e quem viu sabe que se ver de novo o filme continuará deixando arrepios, eles são demais.

7 histórias reais de vampiros menos conhecidas que Drácula


Os vampiros – ou pessoas e criaturas que foram consideradas vampiros – povoam o mundo há mais tempo do que se possa imaginar e várias histórias passaram despercebidas, sob as luzes do famoso Conde Drácula. Conheça algumas delas.
Peter Plogojowitz
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Peter morreu por volta do ano de 1700, na atual Sérvia. Até aí, tudo normal, não fosse pelo fato de que ele não morreu “muito”. Nas dez semanas após sua morte, pelo menos 9 pessoas faleceram vítimas de uma doença desconhecida, e antes de partirem relataram que Plogojowitz havia aparecido em seus sonhos. O próprio filho de Peter disse tê-lo visto na cozinha três dias após a morte do pai, pedindo comida, antes que ele mesmo morresse, também misteriosamente.
Uma exumação foi conduzida no corpo de Peter e, nos relatórios, reportou-se que o corpo respirava e mexia os olhos sem parar. Da forma sutil que acontecia na época, uma estaca foi cravada em seu coração e, como mágica, episódios envolvendo sonhos e mortes misteriosas cessaram.
O vampiro de Highgate
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Em 1969, animais mortos com seu sangue completamente drenado e marcas de ferimentos no pescoço começaram a aparecer no Cemitério de Highgate, em Londres. Chupacabra? Na verdade, não. Testeminhas começaram a ver uma figura sombria, que emitiam uma aura maligna e possuía um olhar vazio e hipnótico.
Um homem teria desaparecido completamente após olhar fixamente a figura do vampiro de Highgate nos olhos. O mistério permaneceu e, gradualmente, os relatos foram desaparecendo.
Sava Savanovic
Novamente na Sérvia. Dessa vez, uma história ainda mais sensacional. Imagine o fantasma de um vampiro. É ruim demais até para imaginar, mas é o que conta essa lenda. O fantasma do vampiro (isso é possível?) vivia em um moinho abandonado e atacava viajantes.
Ao contrário de outros vampiros, Sava simplesmente deixou de atacar as pessoas um dia, embora a lenda tenha permanecido viva (ainda que o vampiro estivesse morto) por gerações.
Jure Grando
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Pertinho da Sérvia, mas dessa vez na Croácia. No ano de 1656, um plebeu chamado Jure Grando faleceu, e teria aterrorizado habitantes das vilas locais por mais 16 anos. Jure é o primeiro caso da história para o qual a palavra “vampiro”, ou “strigon”, em croata, foi utilizada para um ser humano.
A lenda diz que ele circulava por vilas, escolhendo portas para bater. Se ele batesse em sua porta e você fosse homem, podia encomendar o caixão. Após a morte do homem da casa, ele teoricamente aparecia atrás da viúva, em busca de sexo.
Grando teria sido derrotado por um padre local em uma batalha épica, tendo seu corpo decapitado e enterrado (novamente).
Hunderprest
“Hunderprest”, o equivalente a “padre dos cachorros”, em inglês arcaico, era o apelido de um pároco do século XI (sim, tão antigo assim), cuja principal diversão era caçar montado em seu cavalo, acompanhado de cães de caça.
Esse padre malvado habitou a região de Melrose Abbey até o ano de 1138. Uma vez falecido, o padre teria voltado como uma criatura diferente. Ele bebia o sangue dos inocentes e se transformava em morcego (familiar?).
Eventualmente monges locais se uniram para derrotar a bizarra criatura. Eles não pouparam esforços – cortaram sua cabeça com um machado, atearam fogo nas partes do corpo e acabaram com seu reinado de terror – embora lendas mais atuais digam que seu espírito ainda assombra o lugar.
Elizabeth Bathory
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Literalmente a versão feminina de Drácula. Também romena, a lenda de Elizabeth diz que ela literalmente se banhava em sangue humano. Bathory era uma condessa romena do século XVI, que se divertia torturando plebeus. As torturas iam desde surras até molhar as vítimas em água fria e deixá-las morrer na neve.
A condessa teria sido finalmente emparedada viva em seu castelo, recebendo ar e alimento por uma pequena abertura até morrer anos depois.
O vampiro de Gorbals
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Essa história de Glasgow, na Escócia, é praticamente a versão “teen” das histórias de vampiros. Mais atual, diz a lenda que duas crianças foram raptadas por um vampiro que possuía dentes de aço, e vivia no Cemitério de Gorbals, na cidade escocesa.
Um exército de outras crianças apareceu horas depois no cemitério, com  armas que iam desde estilingues até facas, caçando ininterruptamente a criatura.

O misterioso corpo de uma fada encontrada queimada


As fadas são seres míticos presente em diversas histórias e também no nosso dia-a-dia  principalmente quando somos crianças. Embora sempre se fale em fadas como algo inexistente recentemente foi encontrado algo que pode mudar a crença de todos a respeito disso.
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Mas será que realmente existem fadas, duendes e um lindo reino encantado onde vivem esses serem especiais e puros? Segundo os contos, não só as fadas mas também os duendes são seres de muito valor e que possuem poderes mágicos.
Pois bem! Parece que as fadas deixaram os livros de contos infantis e vieram para a vida real. Embora muitos duvidem e não acredite mesmo na existência desses seres outras pessoas, por sua vez, afirmam já terem tido experiências de contato com eles em algum momento de suas vidas.
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O fato é que recentemente um menininho mexicano de apenas 10 anos de idade encontrou, em um bosque em Tultitlán, o que parece ser uma fada de verdade.
O menino conta que escutou o que pareciam ser vozes de outras crianças e resolveu segui-las. Ao chegar ao local de onde vinham as vozes o menino se deparou com o que ele descreveu como dois animais estranhos.
O local esse até onde ele chegou parecia ter sofrido algum tipo de queimada e o menino encontrou os corpos das duas fadas queimados e já sem vida.
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Ana Luisa Cid se tornou a responsável pela investigação do ocorrido e mandou realizar vários testes com o ser até descobrir e concluir que realmente era um organismo biológico.
O caso chamou muita atenção no local e houve inclusive um programa na televisão que abordou o caso para o grande público.
O fato é que acreditando ou não o menino encontrou dos corpos pequenos do que realmente parecem fadas. Resta agora procurar uma prova científica para tudo isso.

segunda-feira, 22 de junho de 2015

Parece um enredo de filme trash ou uma piada de internet. Uma droga barata e viciante de fácil obtenção que apodrece a carne deixando os ossos do usuário expostos ao mundo, um verdadeiro zumbi enquanto definha. No entanto, a droga russa conhecida como Krokodil é real e apavorante.

O que é Krokodil?

Krokodil é um substituto para uma droga cara, a heroína. O princípio ativo do Krokodil, é a "desomorphine" que é vendida em alguns países da Europa (especialmente a Suiça) como substituto da morfina e é conhecida pela farmacologia desde 1932. A desomorphine é de 8 a 10 vezes mais potente do que a morfina. Trata-se de um opiáceo sintético que possui estrutura quase idêntica à da heroína.

A Codeína, um narcótico disseminado pelo mundo inteiro e de fácil acesso pode ser transformado em desomorphine com algumas reações químicas relativamente baratas. Ela então é dissolvida e injetada pelo utilizador. Considerando que a heroína custa 150 dólares cada dose e o Krokodil pode ser obtido por menos de 10 dólares fica fácil entender a razão de sua existência.

Qual a razão do Krokodil apodrecer a carne de quem usa?

O problema não é necessariamente o vício na desomorphine, a substância em si não é tão nociva, tanto que é comercializada em alguns países. O fato é que a reação que transforma codeína em desomorphine pode ser feita numa cozinha, a maioria das apreensões da droga mostrou produtos com excesso de impurezas.

Aos fabricantes de Krokodil muitas vezes faltam materiais, e, portanto, usam gasolina como solvente, utilizam também fósforo vermelho, iodo, e ácido clorídrico como reagentes para sintetizar a desomorphine a partir de comprimidos de codeína. Não há um controle de qualidade e o produto sai diretamente do "fogão para a veia", causando estragos irreparáveis no corpo destes drogados idiotas.












Cientistas descobrem corpo de bebê em caixão de bispo mumificado no século 17

Outro cadáver foi visto quando cientistas examinaram o caixão e corpo mumificado de Peder Winstrup em catedral na Suécia

Por quase 350 anos, o bispo Peder Winstrup dividiu seu caixão em uma magnífica catedral em Lund, na Suécia, levando consigo um segredo: o corpo de um pequeno bebê cuidadosamente instalado debaixo de seus pés. As informações são do site britânico "The Guardian".
Corpo mumificado de bispo estava acompanhado de criança também mumificada, dizem cientistas
Corpo mumificado de bispo estava acompanhado de criança também mumificada, dizem cientistas
O pequeno cadáver, que acredita ser o de um bebê nascido prematuramente, foi revelado pela primeira vez quando cientistas examinaram o caixão e o corpo mumificado de Peder Winstrup, um dos mais bem preservados da Europa desde o século 17.
"Uma das principais descobertas quando realizamos a exploração foi que Winstrup não está sozinho no caixão", disse Per Karsten, diretor do museu histórico da Universidade de Lund.
"Na verdade, ele tem um companheiro, uma criança, um feto de cinco a seis meses de idade que foi deliberadamente escondido debaixo de seus pés na parte inferior do caixão."
A descoberta foi uma completa surpresa para os cientistas, que esperavam apenas descobrir uma riqueza de informações sobre a vida e condições sociais do Winstrup no século 17.
O caixão imponente na cripta da catedral havia sido aberto várias vezes e uma fotografia em preto e branco quase com um século de idade mostrou a condição notável dos restos mortais, com todas as suas roupas perfeitamente preservadas e seu rosto barbudo encolhido, mas ainda reconhecível em um retrato. As investigações anteriores não encontraram o bebê, enterrado na camada profunda das flores que enchem metade do caixão.
Testes de DNA estão previstos para saber a relação entre o bispo e o bebê. No entanto, Karsten acredita que o recém nascido, que deve ter nascido prematuramente, pode ter sido colocado ilegitimamente no caixão para dar à criança um lugar de descanso cristão.
Winstrup era cientista, teólogo e um dos fundadores da Universidade de Lund em 1666, classificada entre as 100 melhores do mundo. Ele foi nomeado Bispo de Lund em 1638, mantendo o título na diocese e transferido para a Dinamarca. Ele morreu em 1679 - provavelmente, a pesquisa revelou, de pneumonia depois de várias doenças longas e dolorosas, incluindo gota, artrite, cálculos biliares e possivelmente tuberculose.

Arqueólogos descobrem pérola de 2 mil anos na Austrália

Datação por radiocarbono permitiu estimar idade da gema, descrita como "insubstituível" por um desses pesquisadoresLeia todas as notícias de Ciência

Datação por radiocarbono permitiu estimar idade da gema, descrita como

Datação por radiocarbono permitiu estimar idade da gema, descrita como "insubstituível".
Arqueólogos da Universidade de Wollongong levaram quatro anos para analisá-la e precisar sua idade usando uma tecnologia não invasiva para evitar danificá-la, afirmou o professor Kat Szabo, que participou da empreitada, à emissora local ABC News.
A datação por radiocarbono usada na concha que envolvia a pérola determinou que a pérola tinha 2 mil anos.
Mas como a gema era muito redonda, e foi descoberta próximo ao coração da indústria de pérolas da Austrália, arqueólogos tiveram de provar que não se tratava de uma criação moderna que simplesmente acabou enterrada. Pérolas naturais redondas são extremamente raras na natureza.
"Ela não tem nenhuma marca das pérolas cultivadas", explicou Szabo, acrescentando que a gema "tinha todas as assinaturas clássicas de uma peróla natural".
A pérola descoberta pelos arqueólogos possui uma coloração rosa-dourada, mas não se sabe se essa era a sua cor original ou foi resultado do longo tempo em que permaneceu enterrada. Mas Szabo disse que a gema está em ótimo estado considerando sua idade avançada. A peróla será exposta no Museu Marítimo da Austrália Ocidental até o fim deste mês.

Um vírus híbrido poderia causar uma epidemia de zumbis?

Documentário examina as possibilidades que misturas genéticas entre doenças conhecidas causem doenças dignas de filmes de terror


Cena do filme "Madrugada dos Mortos", de 2004: ressuscitar não é possível, mas alguns dos comportamentos associados a zumbis, sim
Nos filmes de zumbi, uma epidemia viral incontrolável devasta a humanidade, transformando as pessoas em monstros sem consciência e com tendências canibais. Mas se os mortos não podem voltar à vida, alguns vírus podem induzir comportamentos agressivos parecidos com os dos zumbis, segundo cientistas ouvidos pelo documentário “A Verdade por trás dos Zumbis”, da National Geographic.
Por exemplo, raiva – uma doença viral que infecta o sistema nervoso central – pode fazer com que os doentes tenham acessos violentos de loucura, de acordo com Samita Andreansky, virologista da Universidade de Miami. Combine isso com a habilidade de se espalhar pelo ar, como o vírus da gripe, e pode-se obter o início de um apocalipse zumbi.
Um mutação possível
Ao contrário dos zumbis do cinema, que se reanimam quase imediatamente após a infecção, os primeiros sinais que uma pessoa tem raiva (também chamada de hidrofobia) – como ansiedade, confusão, alucinações e paralisia – podem demorar entre dez dias e um ano para aparecer, porque o vírus fica incubado no corpo. Mas depois que a doença se instala, ela mata em uma semana, se não for tratada.
Mas se o código genético do vírus da raiva passasse por mutações, seu tempo de incubação poderia ser reduzido drasticamente, dizem os cientistas.
Muitos vírus têm altas taxas de mutação e mudam constantemente, como um modo de escapar das defesas de seus hospedeiros. Existem várias maneiras pelas quais mutações virais podem acontecer, como erros de cópia durante a replicação dos genes ou danos causados por luz ultravioleta. “Se um vírus de raiva conseguir mutar rápido o bastante, ele pode causar a infecção em poucas horas. É completamente plausível,” disse Samita.
Foto: National Geographic
Cachorro paralisado, nos estágios finais de raiva: vacinação e dificuldade de contágio tornaram doença rara
Raiva pelo ar pode criar “vírus da ira”
Mas para o vírus da raiva causar uma pandemia de zumbis como nos filmes, ele também teria que ficar muito mais contagioso.
Seres humanos normalmente pegam raiva depois de serem mordidos por um animal doente, normalmente um cachorro – e a infecção para aí. Graças a campanhas de vacinação, a doença é rara nos Estados Unidos, e são poucas as mortes causadas por ela. Em 2008, apenas dois casos de raiva humana foram relatados ao governo americano.
Um modo mais rápido de transmissão seria pelo ar, que é como o vírus da gripe se espalha.
“Tudo que a raiva precisa fazer é se tornar transmissível pelo ar, e você terá o vírus da ira, como em ‘Extermínio’, “ disse Max Mogk, chefe da Sociedade de Pesquisas de Zumbis, no documentário, se referindo ao filme de 2002 dirigido por Danny Boyle. A organização sem fins lucrativos se dedica a “elevar o nível de estudos sobre zumbis nas artes e ciências”, de acordo com seu site. http://www.zombieresearch.org/
Para isso acontecer, a raiva teria que “emprestar” traços de outro vírus, como o da gripe.
Tipos diferentes, ou cepas, do mesmo vírus podem trocar pedaços de DNA por processos de recombinação, de acordo com Elankumaran Subbiah, virologista da universidade Virginia Tech, que não participou do cdocumentário.
Mas vírus sem parentesco simplesmente não se misturam facilmente na natureza, Subbiah explica. Da mesma maneira, é inédito que dois vírus radicalmente diferentes como o da gripe e da raiva emprestem traços um do outro, diz. “Eles são diferentes demais. Não conseguem dividir informações genéticas. Vírus apenas montam partes que pertencem a eles, e não se misturam com partes de famílias diferentes”.
Receita de vírus-zumbi
Em teoria, é possível – embora extremamente difícil – criar umvírus híbrido de raiva e gripe usando técnicas modernas de engenharia genética, diz Samita.
“Sim, eu poderia imaginar um cenário onde você mistura raiva com um vírus de gripe para conseguir transmissão aérea, com sarampo para provocar mudanças de personalidade, com encefalite para cozinhar o cérebro com febre --- o que aumentaria ainda mais a agressividade – e jogar um pouco de ebola para dar algumas hemorragias internas. Combine tudo isso e você terá algo parecido com um vírus-zumbi”, a cientista diz.
“Mas a natureza não permite que as coisas aconteçam ao mesmo tempo. O que provavelmente conseguiríamos é um vírus morto.”

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Tecnologia Cientistas tentarão transferir a consciência de uma abelha a um robô voador autônomo

Cientistas tentarão transferir a consciência de uma abelha a um robô voador autônomo

Na Inglaterra, cientistas das Universidades de Sheffield e Sussex planejam construir a primeira simulação acertada do cérebro de uma abelha que depois será transferida a um robô voador autônomo, em parte com o fim de consertar o alarmante e inexplicável decréscimo na população mundial de abelhas e seus consequentes efeitos em processos como a polinização.

Assim, o chamado "Green Brain Project", cujo custo supera o milhão e meio de dólares, é um esforço conjunto entre o Physical Sciences Research Council  e a NVIDIA Corporation, esta última responsável por fornecer as unidades de processamento gráfico de alto rendimento, básicas para simular a maneira em que o cérebro das abelhas opera.

A ambição principal dos cientistas é que esta simulação seja tão precisa que inclusive cumpra com as funções da visão e o olfato, com o qual, pensam, o mecanismo robótico obterá completa autonomia, ao permitir a relação entre o "corpo" (ou a interface cerebral) e o meio.

Se atingir seus propósitos, os pesquisadores construiriam o primeiro cérebro robótico capaz de realizar as ações complexas da espécie que tentam imitar.

A relação entre humanos e robôs por Franz Steiner


O futuro ainda não está escrito, por isso não sabemos se os robôs poderão ser perigosos um dia. O certo é que os seres humanos são curiosos, assim, irão desenvolver uma nova geração de robôs.
As imagens abaixo foram feitas por Franz Steiner, pensando no futuro que envolve humanos e robôs e as suas possíveis funções na sociedade. Uma coisa é certa, Steiner deve ter assistido a muitos filmes de ficção científica para ter ideias tão geniais!
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Cientista japonês cria andróide realista

Robô tem 41 pontos de articulação na parte superior.

Cientistas japoneses construíram o que dizem ser o andróide mais parecido com humanos já fabricado - uma andróide, aliás, chamada Repliee Q1. Ela conta com uma pele flexível de silicone ao invés do plástico duro usado em outros protótipos e vários sensores e motores permitem que se movimente de uma forma mais parecida com os humanos.
A andróide pode mover as pálpebras e as mãos como os humanos e até tem movimentos simulando a respiração. O professor Hiroshi Ishiguru, da Universidade de Osaka, projetista da andróide, afirmou que, um dia, os andróides poderão enganar os humanos, levando-os a pensar que são todos da mesma espécie. "Eu desenvolvi muitos robôs antes, mas percebi a importância da aparência. Uma aparência semelhante à dos humanos dá uma forte presença ao robô", disse.
Criança
Em um projeto anterior, o professor Ishiguru desenvolveu a Repliee R1, que tinha a aparência de uma menina japonesa de cinco anos de idade. Essa andróide se movia em nove direções diferentes e podia também mover o braço. Quatro sensores de tato colocados debaixo da pele do braço esquerdo reagiam de forma diferente a diferentes pressões aplicadas.
A andróide seguinte tinha a aparência de uma mulher japonesa. Para programar seus movimentos, um computador analisou os movimentos de um humano, e usou como modelo para a forma como a Repliee Q1 se move. Ela pode ser programada para seguir o movimento de um humano que esteja usando sensores de movimentação ou pode também agir de forma independente. "A Repliee Q1 pode interagir com as pessoas. Pode responder ao toque. Fico satisfeito mas ainda temos um longo caminho pela frente", disse Ishiguru.
O professor afirmou que poderá ser possível construir um andróide que pode se passar por humano, mesmo que seja por um período curto. "Um andróide pode fazer isso por um período curto, cinco a dez segundos. Entrentanto, se selecionarmos cuidadosamente a situação, podemos estender este período para, talvez, dez minutos", disse.
"Mais importante, descobrimos que as pessoas se esquecem que ela é uma andróide quando estão interagindo. Conscientemente é fácil ver que ela é andróide, mas, inconscientemente, reagimos como se ela fosse uma mulher", acrescentou.
No site do Laboratório de Robótica, da Universidade de Osaka, é possível baixar vídeos da Repliee Q1. O endereço é http://ed-02.ams.eng.osaka-u.ac.jp/lab/development/Humanoid/ReplieeQ1/ReplieeQ1_eng.htm